La negación de la violencia obstétrica por parte de los Consejos Regionales de Medicina: términos, datos y retrocesos
DOI:
https://doi.org/10.29327/270098.19.2-10Palabras clave:
Violencia Obstétrica, Medicina, BioéticaResumen
Este artículo analiza críticamente las posturas institucionales del Consejo Federal de Medicina (CFM) y de los Consejos Regionales de Medicina (CRM) respecto al término "violencia obstétrica", desde la perspectiva de la bioética y los derechos humanos. La investigación documental, realizada en julio de 2025, examinó notas técnicas, dictámenes, resoluciones, publicaciones en redes sociales y reportajes de prensa, centrándose en el uso del término en los canales oficiales de los consejos. Los hallazgos revelan un cambio en la postura del CFM: tras admitir el debate en 2015, el consejo comenzó a rechazar el término en 2019, alegando que perjudica la relación médico-paciente y estigmatiza los procedimientos médicos. Esta posición ha sido reiterada por consejos como el CREMEGO y el CREMERS, mientras que casos aislados, como el del CRM-MS, muestran cierto reconocimiento del problema. El análisis concluye que existe una tendencia predominante de discurso negacionista entre las entidades médicas, lo cual obstaculiza el desarrollo de políticas públicas y la garantía de los derechos sexuales y reproductivos de las mujeres. El estudio subraya la necesidad de reafirmar los principios de la Declaración Universal sobre Bioética y Derechos Humanos de la UNESCO, con énfasis en la dignidad humana, la igualdad de género y la responsabilidad institucional.
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Referencias
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