EXPERIENCIA POLICIAL Y SOSPECHA FUNDADA
UN ANÁLISIS DE LA EXPERIENCIA PROFESIONAL EN LA INTERPRETACIÓN DEL ARTÍCULO 244 DEL CÓDIGO DE PROCEDIMIENTO PENAL BRASILEÑO
DOI:
https://doi.org/10.29327/Palabras clave:
Prácticas policiales, Sospecha fundada, Abordaje policialResumen
El presente trabajo examina el papel de la denominada «práctica policial» en la configuración de la «sospecha fundada» prevista en el artículo 244 del Código de Procedimiento Penal brasileño. El estudio parte del análisis de resoluciones recientes del Tribunal Superior de Justicia que han abordado los límites jurídicos de las intervenciones policiales realizadas sin orden judicial, especialmente cuando se basan en la experiencia profesional del agente. En este contexto, se busca investigar en qué medida el «tirocínio policial» puede entenderse como un elemento relevante para la caracterización de la sospecha fundada. La investigación adopta un enfoque cualitativo y exploratorio, con revisión bibliográfica y análisis documental de la jurisprudencia. En el plano teórico, el estudio dialoga con la epistemología del conocimiento práctico, especialmente con el concepto de conocimiento tácito desarrollado por Michael Polanyi, y con la teoría de la toma de decisiones basada en el reconocimiento de patrones en contextos de riesgo, formulada por Gary Klein. Desde una perspectiva sociológica, se recurre al concepto de habitus, de Pierre Bourdieu, como instrumento analítico para comprender la formación de disposiciones perceptivas derivadas de la práctica profesional. A partir de estas referencias, se analiza el tratamiento jurídico de la experiencia profesional en el debate contemporáneo sobre la sospecha fundada y sus implicaciones para la interpretación del artículo 244 del Código de Procedimiento Penal.
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