TEORIAS MODERNAS DE JUSTIÇA E O DISCURSO DO ÓDIO: LIBERALISMO E O PRINCÍPIO GERAL DA IGUALDADE
DOI:
https://doi.org/10.29327/270098.14.23-12Resumen
A principal característica do ser humano é sua racionalidade. Tal condição lhe garante o título de ser social, não somente pela possibilidade de interação, mas também pela necessidade intrínseca que o homem possui de interagir, seja com outro semelhante, ou com objetos inanimados ou na sua própria loucura, interagindo com objetos ideias somente por ele configurados. Esta condição de ser social é inerente ao ser humano. O Discurso do Ódio como manifestação do pensamento é alçado perante a esfera pública que contém o espaço público de ideias tendo impacto direto na esfera privada, principalmente no livre desenvolvimento da personalidade humana, pelo conteúdo virulento que apresenta. Diante das Teorias Modernas de Justiça, busca-se encontrar uma solução para esse desequilíbrio. Para tanto, verificar-se-á o liberalismo no contexto dessas teorias, bem como sua relação com a igualdade, em especial na dimensão de princípio geral, observando sempre o viés da liberdade de expressão no âmbito das esferas públicas e privadas, com o propósito de verificar instrumentos que apontem para o desequilibro, ou não, na esfera pública contaminada pelo discurso do ódio.
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