JUIZ POETA: PODE (DEVE) UM MAGISTRADO DECIDIR EM VERSO?

Autores/as

  • Rute Saraiva

DOI:

https://doi.org/10.34060/reesmat.v9i14.216

Resumen

Em junho de 2015, um juiz tocantinense sentencia em forma de poema. Naturalmente, a forma da decisão suscita pasmo e a inevitável pergunta: Pode um magistrado decidir em verso? Aqui, procura-se responder a esta questão, considerando os ensinamentos do movimento de Law and Literature, eventuais precedentes e enquadramento jurídico brasileiro e indagando sobre possíveis motivações poéticas.

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Biografía del autor/a

  • Rute Saraiva

    Doutora em Ciências Jurídico-Económicas. Mestre em Ciências Jurídico-Internacionais. Professora Auxiliar da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa.

Publicado

16/02/2018

Cómo citar

JUIZ POETA: PODE (DEVE) UM MAGISTRADO DECIDIR EM VERSO? (2018). Revista ESMAT, 9(14), 199-234. https://doi.org/10.34060/reesmat.v9i14.216

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